sexta-feira, 28 de setembro de 2007

ETERNA

Quando você se foi me impediram de chorar
Disseram que eu era bobo
Que isso não precisava mais
Impediram-me de ficar lembrando
Mas não conseguiram me impedir de sofrer
Tentaram tirar até as lembranças que de você eu tinha
Em vão me tentaram
Envergonharam-me em meio à dor que sentia
Sua imagem sempre vinha em minha mente
De seu sorriso quase nunca mostrado
Olhar atraente
E simplicidade exuberante.
Quando chorei disseram que eu era fraco,
Mas do lugar onde você saiu
Só eu sei o tamanho do espaço
Não sobrou para mim nem mesmo um retrato
Ficou a imagem de um rosto abstrato
Tipo o vento, sabe! Você está sentindo, mas não vê.
Não me avisaram quando você partiu
Você não se despediu, na verdade não deu tempo!
Lembro-me
Dei-te uma rosa que colhi na beira da estrada
E você me disse rindo se não havia uma maior
No que repliquei meu gesto estando na flor
Não em seu tamanho.
Não pude nem mesmo me despedir de você
Ocultaram de mim seu rompimento
Com esta dimensão humana.
Não pude lhe dar uma rosa maior
Talvez seja melhor assim.
Mas como dizia Renato Russo:
“A vida continua e se entregar é uma bobagem
E já que você não está aqui
O que posso fazer é cuidar de mim”.
Fica comigo sua imagem
De uma única e verdadeira e eterna
Menina dos sonhos!
Não vou revelar seu nome porque quero preservar-te
Em meu coração para sempre.
Eterna, meu eterno adeus!!

amigo?

Eu realmente não sei o que colocar aqui...praticamente não sobrou ninguem..ouvi dizer que é na alegria que se faz um amigo, mas é na angustia que se faz um irmão...sabe, humanamente naõ tive nunhum nem outro..um amigo apenas que eu quase naõ via...é muita coisa que acontece e envolve agente em um emaranhado de situações que as vezes apavoram, outras vezes fortalecem, outras aborrecem, outras nos destroem e outras nos deixam estranhos..
olhamos para um lado e outro e nao vemos ninguem..tentamos alguma coisa diferente e acabamos mais uma vez em uma situação inusitada.
as vezes queria dizer isso pra quem está perto, mas deixa pra lá...
melhor evitar...
ah, quer saber, xa pra lá !!
vou ficar comigo mesmo e depois disso o silencio.

quinta-feira, 27 de setembro de 2007

As aves

Pra Onde Vão as Aves
Frente ao mar no crepúsculo
Eu pude contemplar
Um bando de aves marinhas
No último revoar
Iam encontrar o horizonte
Sem nem se preocupar
Se quando a noite chegasse
Teriam onde pousar
Meu rumo também era assim
Não ter para onde ir
Não ter certeza de voltar
Não saber se tinha onde chegar
Eu queria ir com as aves
E saber onde elas vão chegar
Foi assim pensando que ali eu adormeci
Sonhei que existia uma ilha
E o mistério conheci
Quando acordei vi o Sol que nascia
E logo avistei
Que as aves marinhas voltavam
Cantando mais uma vez
Meu rumo então eu achei
Jesus Cristo eu encontrei
Ele é a ilha onde eu vou chegar
E se a noite em trevas me deixar
Vou continuar voando
Ele é a ilha onde eu vou chegar .

(Musica de Sergio Lopes)

Tuneis

TUNEIS
Tudo escuro, mas há previsão de luz.
Há pecado, mas também há uma cruz!
Um julgamento, uma punição;
Um perdão, absolvição!
Um critica outro zomba
Alguns riem outros choram.
Nada que o tempo não possa cuidar
Tropeços e mancadas
Recuperações esperadas e desenvolvidas
Com a expectativa de uma nova aliança.
Vejo luz, vejo cruz, vejo eu e ninguém!
Olho para cima e vejo alguém superior
Capaz de abrandar a dor
Olho ao lado e há alguém desesperado
No escuro, sem rumo e com pecado;
Sem luz e uma cruz
Para que ter amigo
Se quando precisa dele se mostra pior que inimigo?
Até quando poderei resistir
A este lado sombrio de túneis temporários?
Tempos estes que vejo
Pessoas revelando quem são sem querer revelar
Acusando seu próximo para vê-lo cair
Quanto a mim não vou desistir
O fim do túnel não está longe
Sei que dele vou sair!

terça-feira, 25 de setembro de 2007

O tempo

Sempre parava para olhar o céu
Via as nuvens que passavam rapidamente
Em frente a lua, eu ficava totalmente atraído.
Eu não imaginava que fossem as nuvens que se movessem
Fixando os olhos firmemente em sua beleza
Percebia que estática permanecia
Sem mesmo brilhar mais ou menos intenso
Eu ficava horas observando sua claridade
Que de quando em quando se ofuscava
Por causa da densa obscuridade noturna
Que o vento comandava empurrando sem parar.

Os anos passaram, as nuvens foram e voltaram.
Só eu envelheci e percebi que minha história
É parecida com uma noite de lua cheia.
Que emite uma luz facilmente vista a olho nu
E pessoas que me observam
Vêem nuvens escuras passando em frente
Tentando camuflar a intensidade
E acreditam que sou eu quem moveu de lugar.
Mas quando observarem bem,
Verão que permaneço firme no mesmo lugar
Com a mesma intensidade
E os ventos que sopram as nuvens
Sempre dissiparão os negrumes frente a mim
Mesmo que por pouco fique enegrecida minha luz
Haverá nem que seja uma pequena brisa em meu favor
Que impelirá estes pormenores
Que não me impedirão de brilhar.



segunda-feira, 24 de setembro de 2007

El principito

O principezinho bocejou. Lamentava o pôr-do-sol que perdera. E depois, já estava se aborrecendo um pouco! - Não tenho mais nada que fazer aqui, disse ao rei. Vou prosseguir minha viagem. - Não partas, respondeu o rei, que estava orgulhoso de ter um súdito. Não partas: eu te faço ministro! - Ministro de quê? - Da... da justiça! - Mas não há ninguém a julgar! - Quem sabe? disse o rei. Ainda não dei a volta no meu reino. Estou muito velho, não tenho lugar para carruagem, e andar cansa-me muito. - Oh! Mas eu já vi, disse o príncipe que se inclinou para dar ainda uma olhadela do outro lado do planeta. Não consigo ver ninguém... - Tu julgarás a ti mesmo, respondeu-lhe o rei. É o mais difícil. É bem mais difícil julgar a si mesmo que julgar os outros. Se consegues julgar-te bem, eis um verdadeiro sábio. - Mas eu posso julgar-me a mim próprio em qualquer lugar, replicou o principezinho. Não preciso, para isso, ficar morando aqui...

O que tem de gente por ai se achando rei e tentando dar ordens não está no gibi. E o pior é achar que todos que estão a sua volta são suditos de seu reino imaginário.
Ludibriam pessoas com palavras tentadoras que lhes fazem titubear em seu caminho pré-determinado, mas acabam não tendo o tal reino para mostrar, porque na verdade é uma utopia.
A realidade expressa em um proverbio antigo é que na terra de banguelo quem tem um dente é rei. E em tempos atuais, há pessoas vivendo em um mundinho fechado, limitado, procurando inocentes para impor suas ordens "reais" e se darão conta de sua fantasia quando a realidade for estampada na ausência de pessoas em seu planetinha mediocre.
Eiii, que é rei nunca perde a majestade !

Mente itnerária

Mente itinerária, melancólica.
Flutuante sobre tábuas imaginárias em um rio de amargura
Que desemboca em um oceano farto de dissabores,
De horrores e águas de falsidades que lhe afluem.
Quase vou a pique no meio dessa maldade.
Vejo ondas grandes vindo ao meu encontro
Tentando sucumbir o apoio que ainda me resta
Trazendo consigo sujeiras acumuladas
Em espumas de desventuras ordinárias;
Ventos em forma de palavras insanas
Que tentam me levar para alto mar
Para ver-me naufragar em suas infâmias.


Vileza estampada em forma de inocência
Em um rosto delicado
Que agora vejo em forma de decadência.
Demência sua pensar que podia levar meu pensamento
Em direção ao seu tormento
Que agora vives por intentar contra mim o mau,
Tornando contra ti mesmo o caos.
Mente que agora entende a falha
Que se tornou para ti uma navalha
Que corta sem piedade
Eliminando sua falsidade.
Quanto à mente não submergirá
Nestas águas enganosas, maldosas!
Navegará em segurança onde precisar chegar
Sem ter se preocupar com suas intempéries
Ou suas séries de ataques de um negro mar!

sábado, 22 de setembro de 2007

Noite fria

Mais uma vez falhei comigo mesmo.
Eu havia prometido que esqueceria
Mas ainda me lembro do rio
Da noite e do frio
Dos pés que balançavam e tocavam a água
Da escuridão que lembrava mágoa
A lua enegrecida que teimava em não brilhar
E um vento gélido balançando os galhos dos arbustos,
Continuamente.
E mais uma vez falhei comigo mesmo
Fiquei olhando as estrelas que me ludibriavam
Fazendo-me pensar que elas piscavam
Que nada! E eu só de boa!
Mas eu havia prometido que não me importaria com isso.
A noite me atraía e parecia-me que sua voz ouvia
Então fui pro mesmo lugar e me assentando arrazoava
Ria sozinho e minha mente não parava.
Então vejo que falhei comigo mesmo
Não fui forte o bastante para não lembrar
Eu esperava tal voz aproximar
Que nada! E eu só de boa!
Chutei a água, ignorei a mágoa,
E as horas voaram e não me dei conta que estava só
Nos olhos não havia lágrimas
Mas na garganta um nó.
O sono sumiu, a solidão me aqueceu;
E meu coração prometeu
Que não me machucaria de novo.
Então prometi para mim mesmo que esqueceria
Disse que não ligaria para nada disso.
Peguei-me pensando em tudo de novo
E percebi que falhei comigo mesmo
E prometi que não mais prometeria
Que nada! E eu só de boa!

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

PAZ

PAZ NÃO QUER DIZER AUSÊNCIA DE GUERRAS !
"É necessária a mesma coragem para tentar e falhar, que para tentar e conseguir." (Anne Morrow Lindbergh) escritora norte-americana.
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.Seria racional pararmos hoje neste 21 de setembro de 2007, quando comemora-se o dia internacional da paz, para analisarmos o verdadeiro sentido desta palavra de apenas três letras, mas com um significado que não cabe no vocabulário; vai além de palavras.
.É possível um soldado estar em plena batalha nas trincheiras e ter paz. É possível um empresário bem sucedido - apenas como exemplo - estar na banheira do seu luxuoso banheiro e estar em conflitos que lhe roubam a tranquilidade.
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.A sociedade vem atravessando as eras e os milênios em busca desta conquista e a cada dia esse alvo tem estado tão perto para alguns e tão longe para outros. As nações tem mirado e passado perto, porém o resultado não tem sido satisfatório.
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.Tentar conviver e entender os líderes que representam legalmente toda uma comunidade, tem se tornado cada vez mais difícil nessa era atual, onde não se tem uma guerra externa, contudo trava-se uma batalha interna em seus governos. Criam-se leis para proteger seu povo e eles mesmos infringem-nas. Condenam os ladrões, porém são roubadores. Tiram da boca do necessitado para despojarem em seus prazeres e ambições nojentas, de um luxo que se torna mau-cheiroso, por vir de fontes ilícitas.
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.Em uma desfile militar numa comemoração nas ruas, colocaram uma pequena pomba nas mãos de uma menininha para que, ao chegar o momento certo, seria solta e voaria representando a paz. Tudo estava sob os conformes, não levando em consideração alguns atrasos, até que chegou o momento de viver aquele ato até bonito poderíamos dizer e quando a menina jogou a pombinha para cima, suas asas permaneceram imóveis e caiu no chão sob os olhos da multidão que assistia; já estava morta. A menina apertou-a com muita força enquanto segurava e a sufocou. Para uns foi motivo de riso, mas fazia parte daquela demonstração e no sentido da paz não teve graça alguma.
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.O homem moderno tem se comportado mais ou menos da mesma forma. Tem segurado a paz em suas mãos procurando o momento certo de expô-la, entretanto esta exposição tem demorado tanto que corre-se o risco de chegar a hora desta paz bater suas asas, e já não haver mais o que fazer e todos disserem: tarde demais !
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.Mas ainda dá tempo e a esperança do mundo é ver a paz voando sobre os cinco continentes e pousando sobre cada país trazendo um novo tempo, onde a criança não perde a inoscência e adulto não usa sua ciência e suas mãos para sufocá-la.
21 de setembro, dia internacional da Paz.
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Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize.(evangelho segundo escreveu João 14:27)

Cavar

EU CAVO
TU CAVAS
ELE CAVA
NÓS CAVAMOS
VÓS CAVAIS
ELES CAVAM.
NÃO É ROMANTICO, MAS É PROFUNDO!


Este poema foi escrito por uma menina de 12 anos.E tenho que admitir que é um dos mais lindos que já li.
Por isso estou divulgando esta pequena obra de uma poeta autentica.

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

Deus

Deus

Deixaste-me navegar pelos mares do Teu saber
E levaste minha pequena embarcação
Pelos ventos de Tua sabedoria
Guiaste-me pelos horizontes de uma longa viagem
Com a bússola do Teu Espírito.
Proveste bonança mesmo em meio à tempestade
Quando ondas tentaram sucumbir meu barco
Flutuaste-me com Tuas mãos de livramento
Dissipaste o mau tempo com o assopro de Tua boca
E fizeste raiar o Sol da Justiça sobre minha nau.
Deslizando sobre as águas do Teu conhecimento
Levas-me para um porto seguro
Onde a dúvida já não existe
E a certeza é plena
De que no oceano do meu Deus
Jamais estarei a deriva.

SAN

Sangue que não é do meu sangue,
Mas corre em minhas veias.
Tens um olhar que me vê mesmo sem alcance visual
Que me entende sem me julgar mal

Que sorri comigo ou compartilha sua dor
Por isso conte comigo no que for.
Estavas distante em uma viagem
Mas perto de mim em uma miragem

Via-te sempre que eu quisesse
Bastava fechar os olhos
E pensar em alguém que merece
Uma amiga assim é para se ter por toda vida
Mesmo que seja sofrida, será compartilhada!
Amparada, acolhida por meu afeto

Sempre estaremos no caminho certo
Que nos levará a sermos cada vez mais amigos
Seja perto ou distante.

Se eu te decepcionar, esteja preparada pra me perdoar.
Se você me perdoar esteja pronta para a reciprocidade
De um amigo de verdade
Que aprendeu te amar.


lo voglio il meglio per lei.

Dedico estas palavras e esta rosa a minha grande amiga
Sandra K.

O Homem


O HOMEM

Um homem decide sua sorte
No caminho da vida e da morte
Vence barreiras que parecem intransponíveis
E se esconde com medo de coisas invisíveis.
Pobre homem que não encontra seu rumo
Que se enrola feito fumo e não consegue se encontrar
Num caminho tão curto de existência
Que nem mesmo pagando penitência é possível alterar
Sonhando acordado que acorda sonhando
Com dias melhores para todos humanos
Não olhando para sua cor, nem raça nem posses.
Respeitando seu semelhante no direito de ser livre pensante
Escolha o caminho que vai para a felicidade
Que é difícil passar por ser de valor relativo
Ás vezes nem um pouco atrativo para comparar,
Porém compensador para quem o trilha
Sem olhar quantas milhas ainda faltam para chegar.

Valeu ou não !

Se não houver frutos,
Valeu a beleza das flores.
Se não houver flores,
Valeu a beleza das folhas.
Se não houver folhas,
Valeu a intenção
das sementes.
Se não houver amanhã,
Valeu o hoje.
Se não houver recompensa
Valeu a bravura.
Se não houver crepúsculo,
Valeu o amanhecer.
Se não vier o sucesso,
Valeu a tentativa.
Se gastar mal o dinheiro,
Agente ganha outro.
Se ficar doente,
Toma remedio e fica curado.
Se chorar num dia,
Sorria no outro.
Se perder você de nada de nada valeu a pena.

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

DOR INOCENTE


Solidão que mata aos poucos.
Desespero que atinge alguns que permeiam lugares obscuros.
Mentes que são incompreendidas,
Insanidade que não é absurdo.

Desespero que leva um pai a abandonar a filha no meio da viagem, parecendo uma loucura aos que vêem a cena;
Coração que não cabe no peito com tamanha atitude irracional, porém relativa.

Quem decifraria a dor desta alma que em nada encontra uma calma?
Que morre aos poucos e parece louca por não ter alento em nada que seja possível.
Apenas a dor incompreendida, vivida e sentida apenas por aquele que tal atitude tomara.

Eu não te condeno oh "tal" pai que abandonaste tua filha em um terminal desconhecido e habitado por transeuntes ligeiros.

Sabe menina, eu senti seu choro quando te vi pelas imagens das câmeras do circuito interno daquele terminal; eu chorei quando você olhou para o lado e já não viu mais o seu pai. Meus olhos umedeceram quando vi suas mãozinhas esfregando os olhos, tentando limpar as lágrimas que insistiam em sair.
Sabe menina, eu fiquei imaginando o que teu pai te disse quando te deixou. Será que foi isto: "filha, papai já volta. Não saia daqui, tá?"

Me diga menina, qual foi a mensagem que você viu nos olhos do teu guardião quando te olhou pela, quem sabe, última vez?

Ah Qian Xun Xue, não o condene nem o despreze!
Sabe menina, eu também vi pelas mesmas câmeras teu pai saindo pela porta frontal e indo embora puxando uma mala de viagem. O que será que passava naquela mente e no coração daquele pobre homem?

Eu não pude ver as lágrimas externas, mas pude sentir a dor da sua alma e me perguntei:quem em sua sã consciência tomaria tal decisão?
Então percebi Qian, uma mão se estendendo até você, e seus olhinhos ternos, assustados, sem compreender o que estava acontecendo, ainda esperando o papai de um "volta já" que superava horas, mas não acalentavam nem substituíam as mãos que sempre a conduziu.
Sabe menina, nenhuma mão a ti estendida substituirá aquelas que te deixou, mas também nenhuma outra filha substituirá o lugar que de ti ficou.

Sabe Qian, eu vi sua bolsinha feita mochila em suas costas tão pequenas, e imaginei o que havia dentro dela. Isto, talvez eu nunca saberei, mas tenho certeza que uma coisa foi adicionado no interior desta bolsa: a esperança de encontrar sua família outra vez.

terça-feira, 18 de setembro de 2007

Desencontro

Quando eu disse que não ia dar certo voce não acreditou.
Quando eu disse pra parar voce não quiz me ouvir.
Voce prosseguiu quando eu disse pra voltar
E quando voltou já não me encontrou mais lá.

Tornaste um perto distante
E um presente longinquo
Uma proximidade ausente
Um icognito ambulante
>>>>>>>>uma rosa sem espinhos, ferida
esperando a desnutrição chegar como uma indesejável compnaheira
-------------E então me desejavas como água de um sedento
Me vias em forma de vento, que passeia como uma suave brisa
E tambem chega como uma tempestade.
Contudo não te comparo às rosas,
porque são de beleza passageira
Não como tu que sempre estas tristemente linda...
Rosas secam rapidamente, são amadas por pouco tempo
São postas em apenas vasos antes de serem cortadas
VOlto então como bom jardineiro, que sabe cuidar do jardim
Que rega na boa medida
E enxerta flores brancas com vermelhas
E saem algo parecido contigo
Dois Valores diferentes para formarem um...

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Mãos







Uma mão que se doa não se limita em causar emoções; não se tranca dentro de si mesma por ter o poder de segurar o que bem lhe agrada. Uma mão que se preza sabe que quando se une e se entrelaçam são quase insensíveis. Às vezes ternas, outras, duras; maltratadas ou não, bem cuidadas ou não. Macias ou ásperas todas são mãos. Mãos que se entrelaçam por dedos que se aprisionam. Que fazem parte de um meio onde têm a mesma importância não importando o tamanho. Mão que causa sensações de poder e de amor. Que batem, espancam, e amam. Sensíveis ou brutas, calejadas ou finas o bastante para doerem ao escrever algo. Mãos...

Mãos que me seguraram, que me ampararam...
Mãos que me acenaram e mãos que naõ se movem mais.
Mãos que me prendem, mãos que me enlouquecem, mãos que me dominam e me deixam dominar!!
Mãos que me matam, mãos que me salvam, mãos que eternamente gostaria de segurar.
Mãos... que levantam, mãos que derrubam
Mãos que se estendem para ajudar e mãos que sangram o inocente a confessar.
Ahhhhhh..mãos que matam, mãos que tocam
Que seguram e não soltam
Gritos por um aperto de mão
Mãos que não me alcançam
Mãos que
Mãos

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Lembranças


  • Sabe quando agente não consegue escapar de um pensamento ou lembrança?

  • Onde todas as coisas que passam pela mente são como as águas de um rio;

  • não importa quantas curvas fará, quantas quedas terá que sofrer,

  • se em algum lugar do seu leito será profundo ou raso;

  • Tais águas estarão certas que não importa quantos lugares diferentes passará sempre vai desaguar no mesmo lugar.

  • Seja em outro rio ou no mar!

  • Uma música que toca,

  • uma frase que se ouve, um poema que se lê;

  • Uma flor que se vê, um perfume que se sente,

  • uma roupa que desfila elegantemente ou estática na vitrine;

  • Um filme ou programa de tv, uma comida.

  • Tudo leva à mesma coisa: a lembrança guardada que não se perde jamais.

  • Um passeio inusitado, um carro bonito,

  • uma briga ou algo que se discute;

  • um estilo de vida, um sonho ou objetivo que se tem;

  • uma briga de escola, um professor que não ia com nossa cara;

  • tudo reporta à mesma lembrança.

  • Uma foto no porta retratos,

  • uma comida azeda na geladeira,

  • a absoluta falta de vocação para cozinhar;

  • um livro que se lê, um verso que memoriza;

  • um gosto estranho para determinada coisa, a falta de juízo.

  • A competência,

  • a sagacidade ou inteligência;

  • a falta de ambição por alguma coisa ou a impetuosidade para outras;

  • os maus costumes e o comportamento.

  • O cabelo na comida, a roupa rasgada,

  • a toalha molhada na cama,

  • os sapatos espalhados e algo desarrumado.

  • O atraso para se arrumar,

  • A pergunta que não quer calar.

  • A cena na novela, a doçura do filme;

  • O desenho animado antigo,

  • A perda do melhor amigo.

  • O amor que morreu,

  • A esperança para algumas coisas que perdeu,

  • O desprezo que recebeu

  • E a certeza de que não mereceu.

  • As travessuras de crianças,

  • As vastas lembranças,

  • O banho de rio que foi escondido

  • O medo de ser pego

  • Mas a vantagem de se correr o risco.

  • Tudo reporta à lembrança.

  • Alguém que morreu,

  • A aula que perdeu para fazer o que não devia

  • o segredo que escondeu,

  • coincidências do presente

  • reporta a tais lembranças que em nada são diferentes das águas dos rios.

  • A surra que levou,

  • A magoa que ficou,

  • o choro que queimou o rosto como fogo cessou

  • mas por dentro continua se acendendo sempre.

  • Tudo reporta à lembrança.

  • Cada um fazendo sua história,

  • cada mente com uma paranóia

  • valorizadas lembranças que ficam

  • sonhos que vão e vem;tudo reporta à lembrança.

  • Lembre-se sempre porque afinal,

  • tudo leva ao mesmo lugar:

  • o mar das lembranças onde sempre navegamos

  • com bom ou mau tempo,

  • sempre temos um barquinho que seja

  • para deslizar na águas de nossa memória

  • que em nosso íntimo concretiza nossa história!!


quinta-feira, 13 de setembro de 2007

Quem sou eu?

Quem sou eu?
Já indagava Pessoa.
É a grande interrogação humana.
Sou a fúria que passa?
O choro que fica?
Os dedos carentes?
O anjo da lua insana?
O homem vestido de negro?
A mulher que destoa?
O menino que ri?
A garotinha sem dentes?
A madame rica?
A abóbora mágica?
A bala trágica?
A maçã?
A serpente?

Vejo, toco, degluto, cheiro...
Parece tudo tão real...
O poema que li,
A mulher que amei,
O beijo que não dei,
O amigo que se foi,
O bandolim em serenata,
O ninho, o vespeiro,
O trilho, o bonde,
A praça florida,
O mar sem fim,
Gardel e o tango,
Chico e Caetano,
Uma canção do Roberto...
Sou um pedaço de tudo,
Uma centelha sensível,
O vigilante mudo,
O irmão surdo,
O livro aberto
Que não consigo ler.

Autentico

O homem se torna autêntico quando aceita a solidão como o preço da sua própria liberdade.

E se torna inautêntico quando interpreta a solidão como abandono, como uma espécie de desconsideração de Deus ou da vida em relação a ele.

Desse modo não assume responsabilidade sobre as suas escolhas.

Não aceita correr riscos para atingir seus objetivos, nem se sente responsável por sua existência, passando a buscar amparo e segurança nos outros.

Com isso abre mão de sua própria existência, tornando-se um estranho para si mesmo, colocando-se a serviço dos outros e diluindo-se no impessoal.

Permanece na vida sendo um coadjuvante em sua própria história.

Sendo autêntico você assume a responsabilidade por todas as suas escolhas existenciais, aceita correr os riscos que forem necessários para atingir os seus objetivos, e passa a encontrar amparo e segurança em si mesmo.

Com isso, apropria-se da existência, torna-se indivíduo, torna-se autônomo, torna-se dono da sua própria vida, dono da própria existência, torna-se senhor de si mesmo.

Eu um brinquedo

Como criança você me viu
De uma orelha a outra sorriu
E sem querer você descobriu
Que me desmontar era interessante.

A primeira vez deu certo
A segunda passou perto
A terceira deixou em aberto
Uma peça que sobrou.

Desmontando-me novamente estavas
consertando seu erro grave
Sem mesmo querer usar a chave
Que para mim foi inventada.

Reestruturado estava eu
Mas por curiosidade alguém correu
E num instante me despedaçou
Sem se dar conta de que todas as peças possuiam o seu lugar.

Você mais que depressa disse:
Deixa-me remontar o brinquedo
Porque já sei o segredo
Para quem já errou na montagem uma vez
Faz de novo e agora sem medo.

Mas vou pedir algo que nem te passa pela cabeça:
Antes que eu me esqueça e de remorso você enlouqueça
Saiba que tudo isto me desgasta e estressa
E ainda tenho que suportar sua pressa.

Mas pior é quando acontece de algo sair errado ou alguem esquece
E ninguem dá importancia às falhas na montagem deixando arestas
E não se dá conta que depois de remontado
Em mim ainda falta uma peça.

INFINITO

O infinito é cobiçado, porém solitário.
Mesmo possuindo milhares de bilhões de astros se sente sozinho
E não pode ter a companhia de alguem que lhe complete.
Alguem que lhe preencha por certo
E lhe conceda carinho e afeto.
Que não esteja tão distante quanto parece
Que naõ tente descobrir seus segredos
Que dele não possua medo.
Que ao perceber sua dimensão não se assuste
E não olhe para baixo e desista
Mesmo que um sacrificio lhe custe.
Na eterna viagem insista em chegar
Passando além das fronteiras de um simples olhar de ternura e desejo
Buscando sempre um lugar seguro
Para que em um breve futuro
Não exista mais espaço vazio
Nem sintas mais frio
Por causa do amor que hei de te dar.

Infinito por natureza
Que embala a alma dos que lhe admira
Por ti minha suspira, brada, desfalece
Por querer-te tanto minhas forças se esvaem, caem
Formam em mim ematomas de uma dependencia
Quase transparente, turbulenta e sufocante.

Anseio por preencher seu vazio
Mesmo que a distancia me pareça ameaça
Me afrontando todos os dias dizendo que onde estás não posso chegar.
Minhas lágrimas criaram em mim um rio
De águas caudalosas, perenes e límpidas
Que formaram um curso que me leva a ti

Infinito é o meu pensamento que prejeta o desejo
Infinitamente com saudades do teu beijo
Teu simbolo não tem fim
Sem ti não sei o que será de mim
Juntos passaremos todas as estações
Suportaremos o mais duro inverno
Juntos seremos não apenas dois amores
E sim eternos.


quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Poeta






Eu comparo poemas com as artes abstratas. Somente o autor é quem entende. Caso outros as entendam significa que se identificam com o que leram ou viram.
A dor do grito de uma alma quando se manifesta em palavras, acaba sendo alívio para outra que está na mesma angustia.O cansaço de uma alma que se esforça arduamente em se expressar pode ser o descanso de outra que se fatiga.




Ser poeta é expor-se ocultamente. É ser uma tempestade sem vento e um deserto habitado por ninguém.


Dor








Dor
A dor é subalterna quando somos fortes e não damos a ela tanto crédito quanto ao seu instinto de querer atenção e também opressora quando não a dominamos. É como um impiedoso algoz que, mesmo tendo ou não prazer no seu oficio, executa sem olhar a quem. É companheira indesejável para alguns que não têm nada além de uma solidão que também dói e não se sente. É como um pássaro de asas quebradas: os que a vê lamentam por não desaparecer para longe do toque humano.

A dor era para vir com uma advertência bem grande em sua “bula” irremediável:
* manter fora do alcance das crianças. Se ingerir não entrar em pânico. Tomar uma colher sopa de “alívio” logo em seguida.
* efeitos colaterais: perca de apetite; desconforto físico; desmaio e desespero.

Dor.
Não olha idade, cor, religião ou raça. Não se importa com seu hospedeiro. Dependendo de onde atinge pode ser mortal. Sua chegada é imprescindível.
Varia em suas formas e lugares de se apresentar. Às vezes sorrateira; outras, escancaradas; fortes ou fracas. Porém sempre traz consigo uma presença completamente recusável, desprazível e sem duvida alguma, dispensável.

Dor.
Se fosse uma doença teria que ser erradicada de cada ponto do planeta, seja em terra, água ou ar. Se fosse uma mercadoria seria retirada de todas as prateleiras onde pudesse ser encontrada. Sendo um metal, jamais poderia ser usada para fabricação de armas, seu projétil seria incomparavelmente superior e mortal. Se fosse uma pessoa, não seria humana.

Dor.
Pode ser manifestada por um brado ensurdecedor ou um silêncio interminável.
Provoca uma tremenda careta quando “dá as caras” e naqueles que assistem proporciona um sorriso, mas também se materializa em forma de lágrimas que insistem em nascer contrariando seu expoente.

Dor.
Se sua explicação fosse a solução, todos teriam suas próprias interpretações. Suas conseqüências bem que poderiam ser transformadas em remédio eficaz, anulando assim o seu efeito. As lágrimas por ela provocadas bem que poderiam ser transformadas em conta-gotas e usadas segundo a medida das suas seqüelas. Se abundantes fossem, poderiam servir de banho relaxante ou uso medicinal para hidratação da pele.

Dor.
Se fosse um presente seria de “grego”. Seria enfadonho, desconfortável na entrega e de embalagem tóxica. Explodiria logo ao ser aberto. Não haveria data que alguém quisesse ser agraciado. Não seria comemorada e nem bem-vinda em nenhuma associação. Cada ser humano é uma pequena sociedade. Cada empresa que a produzisse deveria ser confiscada.

Dor.
Se fosse uma equação não seria exata: seria um grande X ou Y de um problema quase insolúvel. Faria questão de ser multiplicativa para tornar ainda maior sua abrangência. Não diminuiria em nada a angústia devido à sua índole de fazer sofrer. Se pudesse se dividiria com todos para que ninguém se sentisse livre de sua estatística. Se auto-somaria para tornar-se fortificada o bastante para confundir sua resolução.

Dor.
Se fosse um animal seria um bicho peçonhento; uma cobra venenosa. Jamais de estimação. Seu habitat natural deveria ser no mínimo o centro da terra, longe de qualquer civilização ou mortal. Sua extinção não deveria ser nunca protegida e sim apressada. Deveria ser totalmente banido de sua existência. Deveria ficar longe do alcance e conhecimento humano. E se de tudo houvesse um contato que fosse eliminado pelo homem.
Dor de um só, dor de todos, dor que desatina sem doer.
Dor que me faz morrer, dor que me faz viver.
Dor, dor !

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Voar


Me pergunte como é, mas não tente me conter.Não me olhe com medo pensando que vou morrer. Deixa que o vento passe como uma brisa por meu rosto E me leve em vôos ainda mais altos.

Depois de voei, perdi o medo de encarar;Perdi o medo de saltar, perdi o medo que me fazia pensar. Perdi o que eu queria e ganhei o já sabia !

Não tente me impedir, não seja pessimista pra eu cair !! Mas se for naõ tem problema, sei que os ventos que agoram sopram hão de me sustentar.

A platéia que aplaude uma manobra arriscada é a mesma que torce por sua queda. Um piloto responsável sabe que se os ventos não trazem paz de espirito, é melhor colocar sua bagagem na mala do carro, descer a montanha e ir dar uma volta !

Venha comigo e sorria por minha ousadia. Voarei no horizonte infinito e trarei meu coração de volta a quem deixei com o peito aflito !




quinta-feira, 6 de setembro de 2007

Liberdade

Seria fácil explicar ou dissertar sobre liberdade se cada um fosse realmente livre. Ser livre é relativo. Isto é um paradoxo. O desejo de liberdade é um sentimento profundamente arraigado no ser humano. Situações como: a escolha da profissão, o casamento e o compromisso político ou religioso, fazem o homem enfrentar a si mesmo e exigem dele uma decisão responsável quanto a seu próprio futuro.
A capacidade de raciocinar e de valorizar de forma inteligente o mundo que o rodeia, é o que confere ao homem o sentido da liberdade entendida como plena expressão da vontade humana. Mas a liberdade confunde nossas escolhas.
Do ponto de vista legal, o indivíduo é livre quando a sociedade não lhe impõe nenhum limite injusto, desnecessário ou absurdo. Uma sociedade livre dá condições para que seus membros desfrutem, igualmente, da mesma liberdade.( sonho de todo mundo né?).
Teorias filosóficas e políticas, de todos os tempos, tentaram definir liberdade quanto a determinações de tipo biológico, psicológico, econômico, social etc. As concepções sobre essas determinações, nas diversas culturas e épocas históricas, tornam difícil definir com precisão a idéia de liberdade de uma forma generalizada.
O homem é escravo da liberdade. Ser livre torna o homem um presidiário;Um ser louco para fazer o que bem quer. Quando chegamos a este estágio, já estamos cronicamente precisando rever alguns conceitos, o que não quero fazer, porque isso realemente me dá tédio.

sempre penso nisso.

video

A liberdade me cativou e agora que eu poderia levantar meu vôo, ela me aprisionou. Aprisionou-me dentro de mim sem ter compaixão. Penso na liberdade o tempo todo. Queria que meu vôo fosse mais alto. Gostaria que a musica não acabasse. Tentaria sentir aquele arrepio de novo e, depois de novo.

Por me senti tão livre, me senti um pássaro. Fiz amizade comigo mesmo e veja no que deu:

PÁSSARO FERIDO

Temos um pássaro ferido

Com ele um vôo interrompido

Levará um tempo até se curar

Enquanto isto, ficam as lembranças

De como voava para seu abrigo preferido

De como planava sustentado pelo vento

Gozando da liberdade outrora desfrutada

Depois do ferimento

Parece que até o vento parou de soprar

O canto não tem o mesmo valor

Nem é tão afinado como antes

Ao invés de agradável

Parece insuportável

Lugar de pássaro não é no chão

Pássaro ferido

Em breve levantarás teu vôo novamente

Serás rápido e brilhante

E quando estiveres nas alturas

E te sentires livre de novo

Lembra-te de mim

Que preciso de ventos

Que soprem a meu favor

Que me levem a desnudar lugares inacessíveis ao homem

Ventos que me proporcionem vôos rasantes

Mas que me ergam onde apenas os olhos alcancem

Pássaro feridoAntes de levantares teu vôo

Ensine-me voar como tu

Que eu seja tão rápido que predadores não me peguem

Que eu voe tão alto e veja mais longeEnsine como pousar em segurança

Porque voarei mesmo sem asas

Para algum lugar onde haja esperança.

Quero voar ainda mais alto. Te levarei para voar comigo se quiseres e não te deixarei sentir tão livre a ponto de sair da patente dos meus olhos.

Voe, voe, voe !!!!!!!

the Father's Love


JESUS falou assim e, levantando seus olhos ao céu, disse: Pai, é chegada a hora; glorifica a teu Filho, para que também o teu Filho te glorifique a ti;
Assim como lhe deste poder sobre toda a carne, para que dê a vida eterna a todos quantos lhe deste.
E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.
Eu glorifiquei-te na terra, tendo consumado a obra que me deste a fazer.
E agora glorifica-me tu, ó Pai, junto de ti mesmo, com aquela glória que tinha contigo antes que o mundo existisse.
Manifestei o teu nome aos homens que do mundo me deste; eram teus, e tu mos deste, e guardaram a tua palavra.
Agora já têm conhecido que tudo quanto me deste provém de ti;
Porque lhes dei as palavras que tu me deste; e eles as receberam, e têm verdadeiramente conhecido que saí de ti, e creram que me enviaste.
Eu rogo por eles; não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste, porque são teus.
E todas as minhas coisas são tuas, e as tuas coisas são minhas; e nisso sou glorificado.

E eu já não estou mais no mundo, mas eles estão no mundo, e eu vou para ti. Pai santo, guarda em teu nome aqueles que me deste, para que sejam um, assim como nós.

video


Estando eu com eles no mundo, guardava-os em teu nome. Tenho guardado aqueles que tu me deste, e nenhum deles se perdeu, senão o filho da perdição, para que a Escritura se cumprisse.
Mas agora vou para ti, e digo isto no mundo, para que tenham a minha alegria completa em si mesmos.
Dei-lhes a tua palavra, e o mundo os odiou, porque não são do mundo, assim como eu não sou do mundo.
Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal.
Não são do mundo, como eu do mundo não sou.
Santifica-os na tua verdade; a tua palavra é a verdade.
Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo.
E por eles me santifico a mim mesmo, para que também eles sejam santificados na verdade.
E não rogo somente por estes, mas também por aqueles que pela sua palavra hão de crer em mim;
Para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste.
E eu dei-lhes a glória que a mim me deste, para que sejam um, como nós somos um.
Eu neles, e tu em mim, para que eles sejam perfeitos em unidade, e para que o mundo conheça que tu me enviaste a mim, e que os tens amado a eles como me tens amado a mim.
Pai, aqueles que me deste quero que, onde eu estiver, também eles estejam comigo, para que vejam a minha glória que me deste; porque tu me amaste antes da fundação do mundo.
Pai justo, o mundo não te conheceu; mas eu te conheci, e estes conheceram que tu me enviaste a mim.
E eu lhes fiz conhecer o teu nome, e lho farei conhecer mais, para que o amor com que me tens amado esteja neles, e eu neles esteja.

terça-feira, 4 de setembro de 2007

Stand By Me

FIQUE COMIGO

Quando a noite vem

E a terra está escura

E a lua é a unica luz que você verá

Não, eu não estarei com medo

Não, eu não estarei com medo

Apenas, enquanto você ficar

Ficar comigo

Então querida, querida Fique comigo

Oh, fique comigo

Oh, fique Fique comigo Fique comigo

Se o céu que nós olhamos acima Caísse

Ou as montanhas se desentegrassem no mar

Eu não choraria, eu não choraria Não,

eu não derramaria uma lágrima

Apenas enquanto você ficar

Ficar comigo

Gravada na década de 50 originalmente por Ben E. King, "Stand By Me" só ficou conhecida nos anos 70 pela voz do ex-beatle John Lennon.
Esta canção tem atravessado tempos, estilos e tendencias e continua tocando o coração de muitos amantes de uma bela musica. Com uma letra que expressa uma verdadeira lealdade, é de se admirar tão suave e terna melodia. De simplicidade invejável e qualidade incalculável, tão bem ficou a interpretação desta linda obra de arte musical na voz deste que sem dúvida, eternizou mais um memorial da black music.
A Interpretação de John Lennon veio abrilhantar ainda mais esta canção.
Também fez parte da trilha sonora do filme americano" conte comigo" produzido nos Estados Unidos em 1986.
Uma das últimas interpretações desta musica tem sido feita pelo grupo vocal chamado "Rockapella". confira o video neste link http://www.youtube.com/watch?v=Zbd5cNQHrmg


Curta bem este som e aproveite a canção !!

video

(Ben E. King/Jerry Leiber/Mike Stoller)

When the night has come

And the land is dark

And the moon is the only light we'll see

No I won't be afraid, no I won't be afraid

Just as long as you stand, stand by me

And darlin', darlin', stand by me, oh now now stand by me

Stand by me, stand by me

If the sky that we look upon

Should tumble and fall

And the mountains should crumble to the sea

I won't cry, I won't cry, no I won't shed a tear

Just as long as you stand, stand by me

And darlin', darlin', stand by me, oh stand by me

Stand by me, stand by me, stand by me, yeah

Whenever you're in trouble won't you stand by me, oh now now stand by me

Oh stand by me, stand by me, stand by me

Darlin', darlin', stand by me-e, stand by me

Oh stand by me, stand by me, stand by me

Passaporte para o inferno

Passaporte para o inferno
"Você pode condenar-se ao inferno da maneira que quiser, mas em algum momento deve dizer a frase 'eu nego o Espiríto Santo'. Por quê? Porque está escrito em Marcos 3.29: 'mas aquele que blasfemar contra o Espírito Santo, nunca mais terá perdão, mas será réu de pecado eterno'. Jesus vai lhe perdoar por qualquer coisa que fizer, mas não perdoará se negar o Espírito Santo. Nunca. Essa é uma estrada sem retorno que você está escolhendo agora."
.
Estas são algumas dicas do site The Blasphemy Challenge (O desafio da blasfêmia) para os internautas que desejam receber um passaporte para o inferno. É simples. Você grava um vídeo blasfemando contra o Espírito Santo, posta no YouTube e ainda recebe um DVD do filme The God Who Wasn't There.(O Deus que não estava lá).

Mais de 1200 pessoas já postaram as blasfêmias que desejaram. Para acessar esses vídeos, clica aqui The Blasphemy Challenge e depois nos videos que aparecerem ao lado.


segunda-feira, 3 de setembro de 2007

E eu?

Eu até poderia gritar, mas o que adiantaria?
Eu poderia correr, mas pra onde eu iria?
Eu poderia revelar meu segredo, mas quem acreditaria?
Eu poderia falar menos, mas por qual motivo seria?
Eu poderia me aconselhar mais, mas que proveito teria?
Eu poderia melhorar. Pra que?
Se não tenho serventia.
Eu poderia voltar atrás na decisão que tomei
e quem me apoiaria?
Eu poderia apostar tudo que tenho!
Mas correr este risco pra que se de nada valeria?
Se eu te desse meu coração de novo o que dele você faria?
Eu poderia acreditar em você, mas e em mim quem acreditaria?
Eu poderia te aquecer, mas quem me aqueceria?
Se eu te fizer companhia, quem comigo se importaria?
Quem? Quem? Quem? Quem?

Um grito que não se pode conter. Um gemido que não se pode mostrar e um sonho que não passa de uma mente cansada de imaginar coisas. Cheia de stress e raciocínios alucinantes totalmente egoístas.
Mente que pinga um pensamento aqui e outro ali e quase sempre acaba por fim em derramar horrores de férteis imaginações prognósticas acerca de um momento desejado. Meio louco isso. Mas quem poderia entender uma mente que procura a si mesma e que sabe como se encontrar? Porém pensa também que já é hora de parar de ilusionar-se e realizar-se em algo sólido; real.
Rindo só, solidão que dá nó! Quem a visse ficaria com dó !
Não tenha pena. Não pague sua dívida. Deixa que pense, que fale. Deixa isso pra lá; vem pra cá; o que é que tem? eu não to fazendo nada, você também.

Siga comigo um pouco. Me veja em sua frente. Não me alcance e não me tente. Deixa que mostro onde vou sem ter que ficar explicando o que mesmo você lendo, não entende.
Vê aqueles rapazes sorrindo?
E aquelas crianças brincando?
O que as fazem ser tão despreocupadas de suas obrigações? É que são crianças e não têm obrigações.
E os rapazes que possuem direitos e deveres e sorriem como as crianças que não têm ansiedades?
Veja aqueles pássaros que voam sem medo de cairem ou cansarem. É que foram feitos para tal.
É que possuem algo chamado felicidade.
Ainda continua caminhando comigo? E o que consegue ver que não posso declarar?
Sua mente consegue algo além de me julgar? Tente entender e não condenar !
Não estou vendo seu rosto, mas posso entender que aos seus olhos não passo de louco. Se eu olhar para trás verei seu semblante enrigecido, semblante emudecido com medo do desconhecido.
Entende porque não adiantaria eu gritar que ninguem me ajudaria? É porque ao invés de me entender me julgariam.
Ah sim, os jovens?São como os pássaros! entende?

Liberdade, ainda que tardia.
A noite gélida traz consigo a solidão que contagia sem dar trégua. Quem se importa? Cada um corre atrás da sua satisfação pessoal sem se importar com quem está bem ou mal. Ainda continua me seguindo? Ainda vê o horizonte que vejo? ou será que não tirou os olhos de mim e não viu o que mostrei subliminarmente?

Quero ser livre, e nãoum escravo da liverdade. Ser ser forte e não um escravo de minha força!






Mortification

Mortification é uma banda australiana de metal cristão, formada em 1990 a partir da banda Lightforce por Steve Rowe (baixo e vocal), Cameron Hall (guitarra) e Jayson Sherlock. Tornaram-se uma das primeiras bandas de metal extremo cristã.
Sempre que posso to ouvindo Mortification...
Essa banda já passou por situações complicadas e venceu as barreiras.
Steve teve leucemia, o que o deixaria fora de atividade por um ano e meio. Esteve próximo da morte várias vezes, mas conseguiu vencer a doença. Isso tudo aconteceu apesar de os médicos lhe darem apenas algumas horas de vida e de um transplante de medula aparentemente fracassado.
Logo após a recuperação de Steve, o Mortification gravou e lançou Triumph of Mercy em 1998, que foi lançado pela Rowe Productions nos Estados Unidos e pela Nuclear Blast Alemanha na Europa. Esse álbum estava centrado no que Steve e a banda passaram nos dois anos anteriores. O estilo do álbum mistura o groove e o thrash.
1999 foi o ano do lançamento de Hammer of God, que assim como o trabalho anterior era uma mistura de groove e thrash. Os elementos de death haviam sido deixados pela banda, mas a mensagem permanecia a mesma. Letras com temor a Deus. Em 2000 o Mortification lançou outro álbum ao vivo, 10 Years: Live Not Dead, que reunia canções dos últimos álbuns e a nova Dead Man Walking. Foi gravado no Blackstump Festival 1999 com um som de grande qualidade. Keith Bannister deixou a banda e em seu lugar entrou o adolescente Adam Zaffarese.










Northern storm

Mortification's beginnings were in the Australian Classic Metal band Lightforce in the late eighties. Together with Lightforce Steve recorded two albums. When Lightforce broke up in 1989 Steve decided to take the band in a heavier direction, with more thrash influences. Steve now also began to handle the vocals as well as playing bass. Together with Jayson Sherlock on drums and Cameron Hall on guitars Steve recorded a demo called "Break The Curse" under the name Lightforce. By the end of 1990 the band decided to change their name to Mortification to better suit the new sound and direction. "Break the Curse" was remixed years later and released by Nuclear Blast Germany with a bonus cut called "Butchered Mutilation." that originally appeared on a Nuclear Blast compilation disc.

video

Northern Storm, invading the heart of my mind


Northern Storm, changing the mind of my heart


Power from on high, nothing compares with this awesome force


You must decide to never reject this powerful name


The thunder strikes, the chords of your heart feel the joy


The reign begins, how can anyone not love His ways


Chorus 2


Northern Storm, piercing the ways of my soul


Northern Storm, directing the soul of my ways


Inflicting with power, my soul is possessed in a moment


Total control, noone can take this peace away


Mental persuation, Jesus Christ the reign has begun


Throne of my heart, called and chosen for this day Bridge


Invasion of my mind


The storm cloud builds overhead


Do not deny the Power of the storm to revive


How can you feel the reign of the storm if you deny


Look to the wind, the king of all who strikes with Power


The storm is a fire, invading those with a heart of belief


Nothing will come, only the reborn bath in the forceBridge


The Power, to revive, The Power, to revive, The Power.



In 1991 Mortification signed a record contract to the American christian label Intense Records which is a label under Frontline Records. By this time guitarist Micheal Carlisle had joined the band after the departure of Cameron Hall. The disc was produced by one of Steve Rowe's favorite band's frontmen, Roger Martinez of Vengeance Rising. The self titled album was released with two different covers; one for the "Christian market" with a simple green logo, and a more intense "secular" cover with an intense painting of a lake of fire. Both covers were designed by drummer Jayson Sherlock, as was the next CD, "Scrolls of the Megilloth."

In 1992 Mortification signed a distribution deal with the big German lable Nuclear Blast and released their second album "Scrolls Of The Megilloth" both on Intense Records and on Nuclear Blast. With "Scrolls," Mortification changed their style into a more Death Metal/Grindcore sound. This proved to be a good move, as death and grind were very popular and Mortification's popularity exploded. Unfortunately, this move also painted Mortification into a box, as all future albums were now compared to this death metal masterpeice.
1993 Steve Rowe decided to develop their sound a little bit more and return back to the thrash and power metal stylings that he loved so much. The result was the incredible "Post Momentary Affliction" that was released, again, with two different covers. Nuclear Blast and Intense each released their own covers. The Intense version, again, featured artwork by drummer Jayson Sherlock. A video documentary was also released by the band independantly.

1993 A live CD and video entitled "Live Planetarium" were released by Intense Records. This live disc featured killer renditions of songs from all the past CD's, a glimpse of the next CD in "Symbiosis," a Bloodgood cover, and a little gem that was never released as a studio version on any Mortification album called "Time Crusaders." This would also be the last time drummer Jayson Sherlock would perform with the band. An interesting note is that current drummer Keith Bannister can be seen in one of the photos as he was one of thier roadies at the time.
1994 In comes new drummer Phil Gibson, who would only be with the band for this one album. Phil soon departed the band because he could not fulfill the bands extensive touring schedule. This was also the same year the Steve Rowe started his now successful Rowe Productions record label. "Blood World," despite the fact that it was one of Mortification's best selling albums in the US, was a shock to many long time fans as they added a bit of a hardcore sound to their thrash sound. Also, Steve Rowe began to shout as opposed to the deathly growl that fans were use to.

Steve Rowe is without a drummer and long time guitarist Michael Carlisle decides to leave as well because of the intense touring schedule. Steve Rowe decided to do a massive US and Canada tour to support "Blood World" with temporary members who end up recording the next album with him. "Primitive Rhythm Machine" was the first Mortification album to be recorded in the USA. Long time friend and former Deliverance/Vengeance Rising guitarist George Ochoa produced the album and played most of the leads. This CD saw the return of Mortification to their metal and thrash roots. Much of the disc took on a Sepultura sound, although the production was very raw and "primitive." A note of interest is that ex-Recon vocalist did a guest vocals spot on the song" ". This disc also featured CD cover art by artist Troy Dunmire, who would do the next three studio discs for Mortification in coming years.
1996 Steve Rowe returns to Australia and starts his search for a new drummer and guitarist. The drum position was filled by long time roadie, Keith Bannister, who had become a Christian during the first Mortification tour back in 1990. The guitar position was filled by shredder Lincoln Bowen.

The result was one of the best Mortification albums to ever be released, "EnVision EvAngeline." This disc mixed elements of classic metal bands like Manowar and Iron Maiden with the German thrash sounds of bands like Kreator. The first cut was an epic 15 minute song that was obviously influence by Manowar. Once again, the artwork was done by Troy Dunmire.
Also released this year was a novel by Steve Rowe titled "Minstrel." A good read and a collectors item now.
The next year would see Mortification going through some unbelievable tradgedies. Steve Rowe, contracted a disease that would drag him down for the next year and a half. Accute Lymphatic Leuikimia!!!! Sounds terrible and it was. Steve almost died several times, but through MUCH prayer and a strong will to live to see his vision for his family, band, and label fulfilled Steve managed to make it through. This was despite doctors who had given him only hours to live and a seemingly failed bone marrow transplant.
Soon after his miraculous recovery, Mortification recorded and released Triumph of Mercy, which was released by Rowe Productions in the US and Nuclear Blast Germany in Europe.. This disc centered around what Steve and the band had gone through over the two years previous. The production, done by Mortification, was not up to par with EnVision, but sounded beautiful to my ears, nonetheless. Again, heavily Manowar influenced but still unmistakably Mortification. A few months after it's release, Mortification signed with Metal Blade for US distribution. Truimph of Mercy was released in the US market for a second time through Metal Blade.
Tradgedy again struck as Mortification prepared to tour the US. Being in incredible pain, Steve had been on Morphine for several months. When he decided to quit cold turkey, he went into a coma and again almost died several times. Once again God healed Steve and a month before the US tour, Steve was able to walk with the help of a cain. The US tour featured mostly new material, as it took quite a bit of practive for Steve to even remember the newer material. He sat down between songs and gave long testimonies of what he had gone through. My band was priveledged to open for Mortification on one of these dates. There are quite a few bootlegs of this show floating around.

1999 saw the release of "Hammer of God" which was released by both Metal Blade and Nuclear Blast... 2000 saw the release of yet another Live disc and the loss of Keith Bannister on drums. With new drummer came a new album called "The Silver Chord Is Severed" was release and a successful world tour followed. At the end of 2000 the band again lost another member in long time guitarist Lincoln Bowen. Rumors fueled by Steve Rowe were floating that the demise of Mortification had finally come. Fortunately this did not happen, In 2001 Steve took on a new guitarist and released yet another 'best of' compilation from his own Rowe Productions. 2002 saw the release of a DVD on Nuclear Blast and the end of Mortification's long running Nuclear Blast contract. Despite numerous line-up changes, a lack of label support, and financial troubles, Mortification have continued to release albums. In 2004 Steve Rowe and Company returned to their thrash and death metal roots, putting out one of thier heaviest albums in years, "Brain Cleaner"...
...and the Metal Crusade goes on.