quarta-feira, 27 de agosto de 2008

where you are

Ainda vejo as marcas que ficaram
E respiro o pouco ar que me resta.
Te via pela aresta que,
de teimoso encontrei...
E sempre que podia, te desejava
Mas não te tocava; não podia.
Ainda sinto a dor que restou
dos ematomas que nos torturou
E seu coração sangrou
Ao sentir um aperto
pelo meu ato de criança
Em te olhar e ter a simplicidade
De te amar de verdade
Como um rio de impetuosas águas
que avança.
*
Æ

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