terça-feira, 24 de março de 2009

a velocidade

a velocidade continua mas está parando aos poucos. mas parece que isso perdeu o freio...
rsrsrsr...nem sei a quanto quilometros por hora estou..
essa parada de carimbo e prego só eu entendo.
parece uma praga..que m........................................................................................................................................................
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hoje

hoje pode se apagar a ultima lampada que eu nao ficarei no escuro.
não é que tenho energia de sobra,
a verdade é que tenho motivos de sobra para iluminar meu caminho
Independente do exterior, que por falar nisso, de vez em quando me fere.
.

Hoje meu inconsciente se conscientizou que não dominamos nossa mente
tão bem como queremos.
E que forçá-la a se livrar das lembranças pode ser um esforço vão.
Porque por mais que nos empenhamos nisso,
seremos apanhados um dia, por um belo e surpreso pensamento
Ou sorriso do passado..
.
Resta-nos dar boas risadas ou chorarmos até que tornemos formatados desses arquivos.
Se bem que chorar de vez em quando ajuda lavar a alma!
*
Hoje é isso!

sexta-feira, 20 de março de 2009

Ouvindo eu mesmo!

Quando paro para ouvir-me, choro comigo mesmo e me consolo com minhas proprias palavras. É algo bem louco, mas que expresso com verdade. As palavras que as vezes quero ouvir e não as ouço de ninguém, eu digo a mim mesmo. Meu monólogo é baseado em emoções verdadeiras e pode até ser considerado palavras de melancolia e baixo estima, porém na maioria das vezes é quando você está por baixo que percebe realmente seu valor e até onde pode chegar com sua coragem, ousadia e destreza. As palavras machucam mais que qualquer outro instrumento de tortura. As palavras são uma ferramenta dos algozes da modernidade que se camuflam entre nós e sempre estão armados e prontos para causar mais uma ferida em alguém indefeso; alguém que lhes convém ferir. Já chorei muito por causa das palavras ditas a mim e também já chorei por palavras que ouvi sendo dirigidas à outras pessoas, como por exemplo:"sugiro que você peça para sair, pois não quero lhe por para fora. Assim as pessoas não saberão do que realmente sou capaz".
É de doer o coração quando alguém tira a espada e fere aquele que já está rendido. Na verdade é uma covardia, mas lembra-se da sociedade moderna que disse anteriormente e seus algozes? Pois é, estamos no meio dessa sociedade. Alguns camuflados de religiosos e outros se passando por pessoas boasinhas. Isso sim me dá ódio.
Quando me ouço vejo que mesmo tendo sido "posto para fora" sem chance de se defender, apesar disso ter me afetado muito emocionalmente e psicologicamente, já que eu imaginava outra coisa e não conseguia ver o algoz por trás do rostinho de sorriso amarelo e falso, ainda estou tentando me reconstruir levantando me das cinzas como um tipo de Fênix mitológico, por serem grandes os desafios e aparentemente impossivel. A reconstrução tem sido lenta; vagarosa. O que ainda machuca são os entulhos que restaram no interior e que ainda tento reciclar. De vez em quando percebo que algumas coisas não servem mais neste novo edifício, que sou eu, claro, e dói muito ter que descartá-las.
Mas tem sido um desafio ouvir-me. Porque digo sempre o que quero ouvir e isto tem sido bom porque tem mantido em mim a esperança viva e por outro lado tem sido dolorido porque ouço de mim o que gostaria de ouvir de outra pessoa. Chego ao ponto as vezes de ligar para mim mesmo, enviar email para mim mesmo, como um tipo de "fuga" para o labirinto da minha lembrança.
Mas estou mais crescido e sei que sempre vencerei me ouvindo sempre.
-
Rico

quarta-feira, 18 de março de 2009

Não o bastante

Uma simples declaração não seria o suficiente.
O argumento pode não ser tão intenso quanto o sentimento que motiva tal ato.
O descontrole em alguns momentos, causado pela ansiedade bem que poderia machucar menos.
Em algum lugar no mais interior da mente, incucado pelo desenfreado pensamento e lembrança
Está o cenário bagunçado com roupas espalhadas, mas o aconchego já é o bastante para manter viva a memória que sempre abre sozinha, totalmente contaminada por um tipo de CT que insiste em abrir o ícone desta pasta em qualquer momento e hora, causando assim palavras que parecem sem nexo algum.
A verdade é que seja qual for o monólogo ou palavra escrita
Ainda assim não será o bastante.

Não se esqueça de mim

Composição: Roberto Carlos / Erasmo Carlos

Onde você estiver, não se esqueça de mim
Com quem você estiver não se esqueça de mim
Eu quero apenas estar no seu pensamento
Por um momento pensar que você pensa em mim
Onde você estiver, não se esqueça de mim
Mesmo que exista outro amor que te faça feliz
Se resta, em sua lembrança, um pouco do muito que eu te quis
Onde você estiver, não se esqueça de mim
Eu quero apenas estar no seu pensamento
Por um momento pensar que você pensa em mim
Onde você estiver, não se esqueça de mim
Quando você se lembrar não se esqueça que eu
Que eu não consigo apagar você da minha vida
Onde você estiver não se esqueça de mim.
.
Não há muito o que dizer depois de um desenho da alma como é essa música.
Isto é uma fotografia do que não está patente aos olhos.
Esta música é mais que uma canção, ela é uma delícia!

terça-feira, 3 de março de 2009

Ainda que

ainda que eu não te veja,
eu sei que vc está aí
ainda que minhas palavras não sejam ouvidas
elas estão sendo ecoadas
estão sendo gritadas,
estão sendo espremidas e
serão um dia ouvidas,
odiadas ou então esquecidas.
Ainda que o som seja rouco
e o tom não pareça amistoso
sempre haverá um desejo
e o timbre que se fará ouvir
será de uma voz cansada,
mas não abatida!!

Só eu

Ainda que ninguem me ouça
ainda que ninguem me console
ainda que as palavras não me cheguem ao pensamento
continuarei me despindo do mundo que me rodeia
que me odeia e que me deixa entediado
que me rouba a alegria de um sorriso
que me deixa nu,
mas não enrigecido pelo sistema furado
que de politicos que são,
se tornaram corruptos de si mesmos
sem capacidade de olhar para aquilo que traz beleza
ou seja,
palavras que são alívio para a alma
que proporciona a calma
de um ser pensante por natureza.

domingo, 1 de março de 2009

Não me entenda

Me deprima
Me oprima e me esprema.
Não me morda,
Não corra nem morra.
Não deixe que eu sofra.
Me entenda,
Me compreenda, me sonda.
Me aqueça,
Me pertença...Me ofenda
Mas não me deixe,
Não me zombe...quer saber?
Não fale por você.
Não me conte nem me tente a saber
Não me lembre nem me deixe esquecer.
Se eu fechar as mãos fortemente, cerrando os punhos,
É porque estou curioso, mas não dou o braço a torcer.
Ao sorrir sem graça mordendo os lábios
É porque já estou prestes a explodir.
Não quero mais acontecer
Mas também não quero deixar de existir.
Me torture e me machuque se quiser
Pode até me olhar com desdém
Mas serei um solitário sempre
Como você também.