domingo, 29 de maio de 2011

Perguntas

-DONCOVIN?
-PRONCOVÖ?
-ONCOTÖ?


Filosofias clichës que quase sempre aborrecem a uns e abrem discórdias a outros. Não importa! Quando se está em um lugar, querendo estar em outro; quando se diz uma coisa querendo dizer outra; quando se é interpretado de forma diferente da que voce disse, essas perguntas aparecem nas nossas cabeças. Peço descupas por dizer nossas, porque na verdade a cabeça é minha e incluir a sua, acaba sendo uma prepotëncia da minha parte e que na verdade não existe. Então voltando à estaca zero, as perguntas ainda continuam sem respostas. E daí, isso interessa a quem? Seria por acaso um colapso na memória? Quem dera!

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Percebeu que as perguntas aumentaram depois do início do discurso? Droga, continua aumentando. E ainda continuam sem respostas. E daí, quem se importa?

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Um novo dia se aproxima, e na manhã que em breve trará o sol, começará meu dia e será corrido, pois diante de tantos compromissos, e realmente não são poucos, quase desisto. Aí então eu me pergunto: "proncovö?" porque no dia seguinte eu farei a seguinte pergunta a mim mesmo: "oncotö?"

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Na verdade as perguntas pra mim nem importam mais. Elas não resolvem nada se feitas para si mesmo quando não se sabe quase nada. Há outras ainda mais importantes que tem respostas óbvias, mas que trazem sobre si mesmas o peso de não poder carregá-las. Confesso que sou fraco e não me esconderei atras de uma falsa força. Diante disso e da decepção de não encontrar réplicas e tréplicas, penso que pelo menos assim: "se procuro e não acho, então só me resta a esperança de ser achado"!

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