segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Lei

Lei que me prende e me solta
Que me torna inocente ou condenado à pena de morte.
Lei que me pune e me deixa à mercê da sorte.
Lei que me guia e me defende
Entende e confia sem dar nenhuma volta.

Lei que veio e ficou
Me entendeu e orientou
Não pôde estar presente
Mas do meu lado sempre ficou
Lei, prenda-me e defenda-me
Mostre me seu poder
E veja novamente como agora estou...

Lei, Lei
Que agora sei
Sem julgamento em breve te verei
Não chame nehuma testemunha
Me absolva se eu tiver alguma culpa
E me traga a liberdade que acredito ter
Me olhe e me faça ver
Que antes de ti eu existia
E depois de ti passe a viver.

Lei...

Minha própria batalha

Eu travo todos os dias a minha própria batalha.
Sempre venço, mas confesso que fico a ponto de entregar a guerra.
Porque parece-me que não haverá trégua.
Quando tudo denota bonanza logo surge outra luta e o que sinto é como se fosse lutar pela primeira vez, pois não sei que estratégia usar.
Fico pasmo diante de mim mesmo quando olho no espelho a figura de um bravo guerreiro que vence um batalhão e às vezes perde para ele mesmo.
No seu oculto sabe que basta um pensamento para leves rumores da mesma guerra.
Enquanto não perco, continuarei lutando o quando puder.
Evitarei parar diante da imagem que me prende à guerra e continuarei usando as armas que eu puder para nunca dar-me por vencido.

somente uma pessoa poderá entender...
Enquanto isso, continuaria eu olhando o que me assombra para que eu perca o medo?
Não. Enquanto minha defesa estiver fragilizada é melhor não parar diante do que pode me deter.

E assim, continuo com minhas loucuras e até quando? não sei.

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